Tecnologia “made in” Portugal a caminho de Júpiter

Portugal participa com tecnologia através das sete empresas que desenvolveram diferentes componentes, desde a proteção térmica, o apontamento para sistemas de antenas ou o monitor de radiação.

O satélite inclui componentes fabricados pelas empresas portuguesas LusoSpace, Active Space Technologies, Deimos Engenharia e FHP – Frezite High Performance.

Possuí também um instrumento desenvolvido em parte pela Efacec e pelo LIP – Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas.

Mas há mais.

O engenheiro aeroespacial Bruno Sousa é o diretor de operações de voo e a missão ainda contou com outro português, o engenheiro de antenas Luís Rolo na fase de testagem de dois dos dez instrumentos do satélite.

Ambos trabalham na Agência Espacial Europeia (ESA) há mais de 10 anos.

Esta missão da ESA tem como objetivo averiguar se haverá sítios em redor de Júpiter e no interior das luas geladas com as condições necessárias (água, energia, estabilidade e elementos biológicos) para suportar vida.

A nave espacial Juice chegará a Júpiter apenas em 2031, daqui a oito anos.

A liderança mundial a nível tecnológico, a capacidade fortemente exportadora, o retorno que gera para as empresas investidoras e a formação de recursos humanos especializados, colocam Portugal no mapa de uma das indústrias mais atrativas e sofisticadas da economia global.

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